DR. MARCELO MOREIRA (CIRURGIA PLÁSTICA)

Formado em medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ em 1999. Dois anos depois, concluiu residência médica em cirurgia geral na Universidade do Rio de Janeiro – UNI-RIO. Em 2003, foi membro fundador do capítulo de mama da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Em 2005, concluiu residência médica em cirurgia plástica, e, logo em seguida, em microcirurgia no Instituto Nacional do Câncer – INCa, ambas em primeiro lugar.

Em 2006, foi fellow observer no Memorial Sloan Kettering de Nova York, e também passou a integrar o staff médico do Hospital dos Servidores do Estado (RJ).
É membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e membro da American Society of Plastic Surgeons / Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos (ASPS).

É médico do serviço de cirurgia plástica do Hospital São Vicente de Paulo e da clínica São Vicente da Gávea (emergência e serviços de cirurgia plástica) desde 2003, e médico do serviço de cirurgia plástica e microcirurgia do Instituto Nacional de Câncer (INCa) desde 2009.

Para se manter sempre atualizado sobre as novas tendências e principais técnicas nas diversas áreas da cirurgia plástica, o médico participa regularmente de congressos no Brasil e no Exterior.

Para mais informações: Curriculum Lattes – Dr. Marcelo Moreira – Cirurgia Plástica

Links: http://www2.cirurgiaplastica.org.br/ e https://www.plasticsurgery.org/

De acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, a procura por cirurgias plásticas, no inverno, cresce 50%. A estação é de fato mais favorável porque o frio ajuda na diminuição dos edemas e inchaço do pós-operatório, e também porque como se usa mais roupas, fica mais fácil esconder uma cinta ou um sutiã, necessários após cirurgias de corpo e da mama.

Outro fator positivo para operar na época mais fria do ano é que a radiação solar é menor no inverno, assim como a exposição solar também diminui, o que evita problemas no processo de cicatrização e o aparecimento de manchas escurecidas causadas pelo sol. Os pacientes já estão pensando no verão. Embora uma semana após este tipo de intervenção, já se possa notar uma boa diferença, o resultado final só aparece depois de três meses.

A cirurgia mais procurada nessa época do ano, tanto por homens quanto por mulheres, é a lipoaspiração. A cirurgia estética, que pode ajudar no processo de emagrecimento, pode ser realizada de forma tradicional, e apresenta também algumas variações.

Com a lipoaspiração clássica é possível retirar gordurinhas localizadas nos braços, nas pernas, no abdômen, nas costas, e até na região pubiana, mas a técnica não deve ser utilizada por quem quer emagrecer. O ideal é que o paciente esteja com o peso ideal ou próximo dele.

Já quem procura dar contorno ao corpo, a técnica mais indicada é a lipoescultura, que consiste na lipoaspiração seguida de enxerto de gordura do próprio paciente. Retiramos de algumas partes, como abdômen e face interna da coxa, e a injetamos em outras, como nos glúteos.

Muito se fala também na hidrolipoaspiração, que nada mais é que a lipoaspiração clássica, realizada com cânula. Originariamente, a lipo foi feita sem a introdução de nenhum líquido.

Só que mais tarde, visando facilitar o trabalho do cirurgião e diminuir o sangramento no procedimento, foram criadas fórmulas líquidas para diluir o tecido adiposo e provocar vasoconstricção local, por isso, a técnica ganhou o nome de hidrolipo. Deve ser feita em sessão única, em centro cirúrgico. Não realizo nenhum procedimento cirúrgico em várias sessões, nem em consultório. Esse tipo de procedimento compromete o resultado final e não é aprovado pelo Conselho Federal de Medicina.

Já a lipo a laser é uma técnica de lipoaspiração realizada com auxílio de um aparelho acoplado à cânula de aspiração de gordura, que emite um feixe de laser de 01 mm de espessura e faz a dissolução da gordura, deixando-a liquefeita e facilitando o processo de sucção. A camada gordurosa é derretida e as células adiposas dissolvidas, assim a remoção de gordura se torna mais fácil, além disso, muitas destas células vão morrendo. Esta técnica tem a vantagem de conseguir retirar mais gordura localizada do que a técnica tradicional de lipoaspiração. Segundo o médico, o pós-operatório da lipo a laser também é menos traumático, mas a desvantagem seria o risco de queimadura da pele pelo laser, que deve ser manipulado com muito cuidado.

Seja qual for a técnica escolhida, duas coisas podem fazer toda diferença no período pós-cirúrgico: sessões de drenagem linfática e o uso de cinta, que também é bem mais tolerável em temperaturas mais amenas. Nosso corpo possui certa quantidade de gordura em regiões que irão dar o contorno corporal. A drenagem ajudará o organismo a eliminar a gordura liquefeita e a cinta irá modelar a gordura para a sua localização correta.

As cicatrizes deixadas por essas intervenções são mínimas, e com o passar do tempo se tornam imperceptíveis. As marquinhas ficam em áreas que são facilmente escondidas por trajes de banho, e não passam de quatro milímetros. Elas tendem a desaparecer com o tempo.

Acredita-se que a obesidade atinja 15% da população brasileira. Quem consegue se livrar dos quilos a mais, deixa de ter o problema de peso, mas pode passar a conviver com deformidades no contorno corporal causadas pelo excesso de pele.

Na maioria dos casos, a cirurgia plástica é indispensável após o emagrecimento excessivo. Não se trata apenas de um problema estético. A pele excedente pode desencadear em problemas posturais, de coluna e de equilíbrio, além de comprometer a vida social e até sexual do paciente.

Para ter indicação de cirurgia plástica, o ex-obeso precisa ter o peso estabilizado por pelo menos seis meses, estando associado a um índice de massa corpórea (razão do peso pela altura, ao quadrado) menor que 25.

É comum que o resultado desejado não seja obtido com auma intervenção apenas. Os ajustes na quantidade e distribuição de pele podem exigir outras cirurgias. Embora todo o processo de remodelagem corporal possa levar até dois anos, uma grande mudança é notada imediatamente após a primeira operação.

Se este é o seu caso, converse com outros pacientes que já tenham passado pelo processo. Na hora de escolher o cirurgião plástico, se informe sobre a experiência profissional do médico e procure tirar todas as suas duvidas. Este tipo de tratamento só deve ser feito por especialistas que são membros da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Isso pode fazer toda diferença entre colocar a vida em risco ou tornar a cirurgia plástica uma aliada segura para a retomada da qualidade de vida.

De acordo com artigo publicado recentemente no Plastic and Reconstructive Surgery, jornal da Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos, na última década, houve um aumento de 15% na realização de cirurgias plásticas por parte de pessoas acima dos 65 anos.

Acredito que os idosos estejam se cuidando cada vez mais, porque hoje em dia podem ter uma vida bem mais ativa que antes. E pelo fato da exposição ser maior, é natural que queiram melhorar a aparência através de procedimentos estéticos e intervenções cirúrgicas.

A principal queixa nesta faixa etária estava sempre relacionada com o rosto, mas de alguns anos para cá isso vem mudando. Era comum vermos principalmente o incômodo do excesso de pele nas pálpebras, seguido de envelhecimento facial generalizado, mas já começamos a ver um ligeiro aumento nas cirurgias de contorno corporal também, inclusive casos de gluteoplastia, cirurgia de colocação de implantes na região glútea, por exemplo.

Ao contrário do que se pensa: neste pacientes os riscos cirúrgicos não são tão maiores se comparados aos de pacientes jovens. Se forem feitos todos os exames pré-operatórios, inclusive com cardiologista, realizando o procedimento em uma clínica com CTI, e com um especialista que seja membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, as chances de algo dar errado são mínimas.

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